Terça-feira chego a Bruxelas. Obviamente levei o sol comigo, estava muito quentinha a cidade quando lá cheguei. Mas, depois, começou a arrefecer e, no dia seguinte, já nevava.
Um dia inteiro fechada no 8º andar da Biblioteca, com a já minha conhecida vista para a Franklin Roosevelt, nos últimos (grandes) retoques para a oral do dia seguinte.
Quinta-feira de manhã, mandaram-me para um gabinete sozinha, em que tive 20 minutos para pensar uma série de casos práticos e, de seguida, responder oralmente a ao que era pedido. Pensava que me iria correr pior, para quem não dizia uma palavra em Francês, consegui fazer uma oral em condições, construir frases com sentido e até falar de algumas banalidades (como o tempo em Portugal). Isto é sinal de que, de facto, aprendi a falar qualquer coisinha de Francês, o que é sempre bom.
Depois, no dia seguinte, veio Amesterdão.
Muito pouco tempo para visitar, mas além dos passeios pela cidade, ainda deu para aproveitar a parte cultural da cidade, ver a casa de Anne Frank, o Rijksmuseum, museu de Arte e História.
Claro que a visita à red light district não podia faltar, mas fiquei muito desapontada. Imaginava-as umas top models e não umas meninas velhas, gordas, feias e flácidas, com coreografias muito más.
Não fui aos espectáculos de sexo ao vivo (como no famoso Moulin Rouge), com alguma pena minha (afinal, faz parte da cultura da cidade!).


Claro que, o facto de ter visitado Amesterdão num fim de semana bastante chuvoso e frio, fez com que achásse a cidade triste e muito cinzenta. Além disso, o cheiro das Coffee Shops era muito intenso quando se andava nas principais ruas, o que me fez torcer ainda mais o nariz.
No entanto, aposto que, no Verão, com bastante sol, as ruas se devem tornar bastantes animadas e que a cidade terá outro encanto.
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