domingo, 24 de julho de 2011

Please, tomorrow's going to be different

Os livros para mim são como bíblias, estimo-os como um vestido.
Mas hoje a coisa não me corre bem. Desde o pequeno almoço pela manhã com uma amiga, em que quase origino um acidente na mesa, à preguiça que me assola. Vai daí que agora resolvi virar uma chávena de café em cima de um Código de Processo Civil anotado. Ficou maravilhoso, assim para o castanho. É por isso que detesto a delta.

(em género de homenagem)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Pronto, esta menina acabou de me roubar um sonho.


Ando triste, cansada, desanimada, desapontada, desconcentrada, constantemente a franzir o sobrolho, a precisar de colinho e com pouca vontade de parar por aqui. Às vezes sinto inveja da Ana de há uns dias atrás.
Preciso de novos ares, longe daqui. É sempre aí que me reencontro (daqui a uns dias).

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Constatação do dia

1. Como os meus avós existem muito poucos e, por isso, só podiam mesmo ser meus.
2. Já sei os artigos do Código Civil dos contratos de empreitada e compra e venda de olhos fechados.
3. Preciso de ligar à minha costureira. Ela usa do direito de retenção ilegalmente.
4. E percebi hoje que, não, não sou a melhor amiga da Barbie, sou mesmo a Barbie.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Hoje uma amiga minha ligou-me (sempre me procuraram para ser ouvinte e dar uma opinião sobre estes assuntos, devem achar que percebo muito, mas cada vez mais me convenço que percebo muito pouco) e, durante uma hora, tive a dar-lhe conselhos sobre "como ser feliz" (conselhos amorosos, assim resumindo rapidamente).
Depois de ter desligado o telemóvel, pensei "quem precisava destes conselhos era eu".

A sério, eu acho mesmo que sou a melhor amiga da Barbie ou coisa parecida, só pode ser.

É tudo o que eu faço


Às vezes costuma doer - quando, afinal, não conseguimos que passe disso mesmo: um sonho.

terça-feira, 19 de julho de 2011


Qui fofura :)

Meninos da troika, aqui vocês não metem o dedinho

Ainda não fui à Bimba & Lola. Perdi-me ontem só na Purificacion Garcia. Bimba & Lola, que tens tu para me oferecer?

domingo, 17 de julho de 2011

sábado, 16 de julho de 2011

Coisas de menina pequena

Não me importava de ser princesa e de ter um principe assim.

sexta-feira, 15 de julho de 2011


Benefit - Fã, nº2 (porque não se pode ser fã nº1 a tudo).


Eu hoje fiz tanto que até dói. A sério, fui extremamente produtiva ao longo do dia.

quinta-feira, 14 de julho de 2011



Finalmente, acho que amanhã me vão vir as lágrimas aos olhos e tudo.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aha Aha. Nunca me tinha acontecido. Adormeci com caneta em punho e em plena cadeira. Está bonito.

terça-feira, 12 de julho de 2011


Às vezes sinto-me triste. Às vezes dá-me para isto. Sei lá, deve ser o stress ou coisa que o valha. Às vezes, sei que nem tudo corre de feição.
Mas nem por isso deixo de tentar sorrir. Ou pelo menos de tentar ser toda positiva e sorridente. Acho que tenho um bichinho dentro de mim que me faz cócegas e me obriga a sorrir porque não quer que fique triste. E é isso.
Porque eu sei, eu sei, tenho a certeza que um dia vou ser feliz, assim, a toda a hora.
Gostava imenso de ser a super mulher e ler os artigos das sucessões todos de uma assentada só, mas a verdade é que corro o sério risco, a esta altura, de acrescentar números aos artigos, alíneas e até palavras, portanto, arrisco-me a não respeitar o legislador, esse filho da mãe.
Sendo assim, acho por bem parar por aqui.
Estou cansadíssima. Acho que só lá em cima sabem como ando cansada.
A minha dose de optimismo constante está a terminar e o sentimento actual é de que isto vai correr muito mal, ai se vai...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Palavras que podiam muito bem ser as minhas

Ainda deve estar em exibição nos cinemas um filme com o título "A Minha Versão do Amor". A história é simples e bonita.

Muitos dizem que o "amo-te" está banalizado, e que já sai da boca à velocidade de um "passa aí a água", e já não é sentido. Pois eu acho que o "amo-te" é uma palavra em vias de extinção, se calhar por lhe terem dado um peso que ela não tem de ter e um significado universal, que ela também não tem.

Cada pessoa tem o seu timing, cada pessoa conhece a forma como sente as relações, e, por isso, cada pessoa deve decidir quando é o tempo certo de dizer que ama alguém. Não é estúpido dizê-lo ao fim de um mês, ou de três, ou de dois anos. É só estúpido dizê-lo quando não se sente amor, como é estúpido não dizer que se ama apenas por medo, por receio do impacto da palavra, por temer a forma como isso pode afectar a relação.

Na verdade, só três pessoas me ouviram dizer "amo-te". E das três vezes foi sentido. E todas tiveram o seu timing próprio. A primeira vez que o disse foi a alguém com quem nem sequer namorava. Era minha amiga, andávamos a sair num grupo de amigos há vários meses, e eu sabia que aquela era a pessoa, e sabia o que me ia no coração, apesar de ser miúdo. E a verdade é que tinha razão. Era mesmo amor. Não me lembro exactamente da primeira vez que lhe disse que a amava, mas na verdade essa vez terá sido sempre mais tarde do que devia e do que sentia.

Da segunda vez aconteceu o contrário. Foram meses e meses de sentimentos confusos, de uma relação atípica e cheia de avanços e recuos. E aí esperei. E aí tentei interpretar os meus sentimentos. Esperei para ver o que sentia e como esse sentimento evoluía. E quando tive a certeza, disse-o. Terá demorado um ano, não sei ao certo, mas disse-o com convicção. E uma vez mais sei que o disse de forma sentida.

A última vez foi a que me trouxe mais problemas, por tudo o que disse no início, pelo peso da palavra, pela responsabilidade que o sentimento acarreta. Mas eu tinha a certeza e disse-o, e disse-o com a certeza de que o sentimento não era ainda recíproco, e sem a certeza de que o impacto seria positivo. Mas era o que sentia, e por isso fui em frente. A reacção foi o contrário do que eu esperava. As palavras fizeram-na fugir de mim, deixaram-na em pânico, provavelmente porque nunca ninguém lhas tinha dito, provavelmente porque jamais ela sentira por parte de alguém um sentimento tão forte como o que eu sentia por ela. E pela terceira vez disse-o com convicção e certeza. Tinham passado umas três semanas desde o primeiro beijo. Para muitos é impossível amar-se alguém em tão pouco tempo, mas eu sempre refutei esses argumentos generalizados. Cada um sente à sua maneira, cada um tem os seus timings. Eu tenho os meus. A certeza de nunca me ter enganado dão-me confiança para dizer aquilo que verdadeiramente sinto.

Mas tão ou mais importante do que o dizer "amo-te" é o não dizer "amo-te". Uma relação sem "amo-tes" é uma relação pobre. Gostar não é amar, adorar não é amar, amar é amar. E quando se ama diz-se "amo-te". Não me venham com "I love yous", não me venham com "és a pessoa da minha vida", porque isso é uma treta, isso é mariquice, é infantil e absurdo. Amor é um sentimento adulto e é preciso ser-se crescidinho de cabeça para se poder amar.

De uma coisa eu tenho a certeza: quem nunca amou, quem nunca disse que amou, não pode ter um coração cheio.

E não é que há mesmo?

Há mais Grécia para lá da crise, aqui.

Para maior parte das pessoas, a segunda-feira é um problema porque é início da semana. Comigo é um problema porque dá-me para a nostalgia.
Não percebo, a sério que não. Já tinha idade para me deixar de coisas...


De repente, todos se tornaram especialistas em agências de "rating". Qualquer português que se preze tem o seu "rating" a atribuir às agências de "rating" e a esmagadora maioria atribui a essas mesmas agências a classificação de "hiper-mega lixo, com efeitos radioactivos".
Estou à vontade para falar sobre agências de “rating”, “price targets” e outros nomes deste género. Há vários anos que escrevo artigos muito críticos sobre os “price targets” que as casas de investimento lançam e aos quais eu chamo de horóscopo da Bolsa: Não acredito neles, mas leio-os sempre. E as agências de “rating”, andaram sempre a reboque dos acontecimentos e agora querem mostrar que estão um passo à frente.

Não vou, por isso, defender as agências de “rating” pois seria incoerente com o que tenho escrito ao longo dos anos. Mas este histerismo em torno das agências de “rating” causa-me imensa confusão. Porque, uma vez mais, conseguimos arranjar um bode expiatório para os nossos problemas. Primeiro era a crise internacional, depois os especuladores e agora são as Moodys, S&P`s e uma série de nomes americanos que dominam os “ratings” mundiais. Nomes que se tornaram tão familiares como qualquer protagonista das telenovelas portuguesas.

O que eu acho mais curioso é a forma como todos se demarcam uns dos outros. “Portugal não é a Grécia”, dizemos nós. “Espanha não é Portugal”, diz o ministro espanhol. Recordam-se quando dizíamos isto e afirmávamos que jamais se colocava o cenário de uma intervenção do FMI em Portugal? Só não se lembra quem tem memória curta porque eram as declarações mais ouvidas em Portugal há um ano atrás. Afinal aconteceu e éramos mais parecidos com os gregos do que imaginávamos. (E benzo-me logo a seguir a ter escrito tão medonha frase)

Portugal e a Europa gritam - em uníssono - que temos que temos que limitar o poder das agências de “rating” nos países europeus. Mas não seria mais importante que alguém, além de gritar bem alto, também legislasse no sentido de limitar o poder discricionário de quem governa, para não criar dívidas tão brutais que colocaram países como Portugal, de cócoras, mesmo a jeito de levar um pontapé que nos faça voar até… ao lixo?

As agências de “rating” já deram provas da sua incompetência, centrando-se muito mais no passado do que no futuro, atribuindo “ratings” altíssimos a empresas e países que caíram no abismo. Agora tentam olhar em frente, aquilo que sempre devia ser o papel delas. E o argumento principal da Moody`s para esta decisão foi que Portugal dificilmente conseguirá escapar a um novo pedido de auxílio. Mas não é isso que eu tenho lido a maior parte dos especialistas dizer? Onde está o espanto?

E os partidos de esquerda em Portugal que vêm agora acusar a Moody´s de serem o rosto do mais verme capitalismo que quer afundar Portugal, não passaram toda a campanha eleitoral a dizer que Portugal, mesmo que cumpra as medidas da troika, não conseguirá evitar fugir a mais uma reestruturação da dívida? A coerência é, de facto, em política, uma virtude ao alcance de muito poucos.

Quem escreveu artigos a dizer cobras e lagartos das agências de rating, recebeu uma salva de palmas, ovações e só não foram atirados ao ar em êxtase porque a distância ainda dificulta certas manifestações. Preferi escolher outro caminho. Sem coroa de glória e com algumas vaias à mistura. Já lá vão uns anos que escrevi o que acho da qualidade de certas análises. Agora é tempo de perceber como podemos deixar de estar ao alcance dos tais “murros no estômago” de que falou Pedro Passos Coelho.

Estou mais preocupado connosco do que com os outros. Porque tenho a profunda convicção que, se conseguirmos cumprir as medidas planeadas, inverteremos o rumo, por mais murros no estômago que levemos. Só peço que o Estado não tenha a barriga cheia e que não percamos tanto tempo atrás dos moinhos de vento. Sancho Pança e Dom Quixote já passaram à história.

Cabe-nos a todos nós mostrar à Moody`s que está errada e que Portugal vai dar a volta. Se não conseguirmos, espero que todos que se revoltaram contra essa senhora, lhe façam uma vénia. Com lágrimas nos olhos e os bolsos mais vazios.

Mãos à obra, Portugal!

Ulisses Pereira - Analista Dif Broker

Ora dá cá uma beijoca.
Estava eu aqui a reflectir sobre o período legal de concepção e, um dia, quando estiver grávida, se o presumível pai estiver presente no dia da criancinha sair cá para fora, vai ter de obrigatoriamente seguir o rasto da menina (sim, porque vai ser uma menina) desde que ela sair da minha beira até lhe colocarem uma pulseirinha (que a vou riscar e encher de autocolantes) para eu ter a certeza de que não me trocaram a bébé!
E depois outra história, é ir logo a correr para o Registo Civil porque aqui o nosso legislador não se lembrou que, com o seu facilitismo, qualquer uma lá pode chegar e dizer "a criança X é minha". Sr. legislador, posso acrescentar um número aqui no meu código? Assim só para eu ficar mais descansada quando chegar a minha vez e ter a certeza que a criança vai ser minha e a mãe vou ser eu. Obrigadinha.

domingo, 10 de julho de 2011

Carrycot

Bem me parecia que eu já tinha visto estas coisinhas fofas em algum lado. Pois é. No Verão passado babei por elas numa loja em Évora (o único ponto de venda no país apesar da página no facebook). Eu estacionei na montra umas 500 vezes mas depois lá me contive porque ah e tal "já tens muitas carteiras sua maluca, para quê mais uma?" (eu sei, eu sei, eu também não me convenço daquilo que digo), "além disso (continuava eu) só dá para o Verão", pois - mas e agora, está aí o Verão e cadê esta coisa fofa? Não está, pois é! Por isso é que não se deve deixar nada para depois!
Mas, mas, mas, nada está perdido! E porquê? Porque eu tenho uma tia fofíssima e já algum tempo que sei que tenho uma destas direitinha à minha espera lá para os lados do Alentejo.


Ohhhh, Ashton, és fofinho da cabeça aos pés.

sábado, 9 de julho de 2011

É isto, não é? Não é preciso dizer nada.
M-a-r-a-v-i-l-h-a

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Adoro quando me ligam dos Algarves e dizem "como estás? Aqui está um tempo maravilhoso". Uma pergunta estúpida e uma afirmação ainda pior.
Pergunta estúpida: estou óptima, aquilo que eu mais adoro é ter como mais recente melhor amigo o livro de Família e Sucessões. Fora isso, o tempo aqui está óptimo! Chove pouquíssimo, aliás, desconfio que até é melhor não sair de casa porque o sol faz muito mal à pele.
Raisparta pá.
It's no use saying "We are doing our best" You have got to succeed in doing what is necessary.

Winston Churchill


(A juntar a isto, apetece-me dizer: sooooono, sai daqui, vai-te emboraaaa)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cadê Luciana? Não sei gente!!! Será que resolveu voltar para o Brasil? Estou a ficar seriamente preocupada. E agora? Quem vai aturar as minhas taras mundano-existenciais?
Ela não estava, mas eu resolvi que podia sempre fazer caracóis. E pronto, lá foi. Eu sou sempre adepta do start now, not tomorrow, em 20 minutos tinha três meninas à minha volta, duas delas na fofoquice e na ramboiada e a outra mal segurava na escova de tanto riso.
Pronto, à parte disso, só o livro de Família contemplou os meus belos caracóis e a minha mini-saia. E depois? E então, amanhã se me apetecer pinto o cabelo de loiro e visto um vestido. Who cares?


Já perdi a conta das vezes que a minha mãe esta semana já quis que lesse a dobrar.

1.35 da manhã. Acho que é uma boa hora para se pintar as unhas dos pés.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Being single used to mean that nobody wanted you. Now it means you're pretty, sexy and you're taking your time deciding how you want your life to be and who you want to spend it with"

Porque é que és sempre assim, tão fofinha?


Aviso já que hoje estou assim um bocado para o nostálgica.
(cadê Luciana?)
Hoje poderia dizer muita coisa, é verdade, mas não me apetece. Às vezes é assim, não tenho coragem para dizer mais nada.

Maria José Nogueira Pinto faleceu hoje e isso sim é digno de comentário porque como esta mulher existirão, decerto, muito poucas. Muito culta, a sua agilidade política e principalmente a forma como, sem medo, desempenhava a sua função são, para mim, a imagem que fica. Tenho muita pena, mesmo.

terça-feira, 5 de julho de 2011


Um dia, quando tiver um filho, dificilmente aceitarei que tome cortisona, seja qual for o motivo.
2 meses apenas e os efeitos estão comigo: ganhei peso e perdi cabelo.
E isto é das piores coisas que pode acontecer a uma mulher, começa logo a choradeira toda porque não se acha bonita. Eu às vezes também tenho momentos desses.
A vida muda num instante e às vezes eu prefiro não estar ciente disso.
Ultimamente têm-me dito que sou uma heroína, por me estar a aguentar tão bem, por encarar tudo tão bem. Eu sou assim, acho que o melhor ainda está para vir. Que o fundamental é não desanimar. Mas, às vezes, eu também me questiono como sou capaz de não querer desistir de nada e de não desistir de mim.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

O meu computador anda a armar-se e por isso mesmo tem os dias contados. Mal sabe ele que já tenho a página da fnac aberta para escolher um branquinho com uma maçã para o substituir (a sério, acho que esta coisa a qualquer momento explode - tretas de edições limitadas e depois dá nisto)









Nunca tinha visto uma noiva tão triste, tão pensativa e com tanta vontade de fugir dali para fora.
Ele estava apenas preocupado com os convidados, sem perceber o que tinha ali mesmo ao lado. Traste, só me ocorre isto.
Eu andava a evitar lembrar-me do Cascais Jazz fest, a sério que sim, mas a verdade é que frequentemente me lembro deste menino, que vai cá estar outra vez - e outra vez eu vou ficar a olhar para o balão. Não é justo.

domingo, 3 de julho de 2011

São os detalhes que fazem toda a diferença.

sábado, 2 de julho de 2011

Dias inéditos

Uma tarde de oficial descanso.
Uma noite pelo mesmo caminho (a culpada é a minha mãe).

Parecidas não sei se somos, mas lá que gostamos do mesmo, lá isso gostamos.
Não sei se é exagero meu, mas existem muito poucas que chegam aos pés desta. É elegância a mais e bom gosto a mais.
Gosto, gosto muito.

Assim de repente...

http://www.themostperfectview.com