Agora sou a da esquerda. Cabelo comprido com franja. Pronto, agora vou rezar para que cresça enquanto durmo. Fui o fim de semana a Portugal e foi qualquer coisa assim "olhe, faça lá o que tem a fazer, mas rapidinho que estou com um bocadinho de pressa". E foi isto.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011

Sempre gostei que me escrevessem. Pensar que alguém esteve uns momentos a pensar a melhor forma de transmitir aquilo que sente, que por momentos sorriu enquanto escrevia, e que eu passo a ter num bocado de papel um pedacinho do coração de alguém, é das melhores coisas. E há muito tempo que não me escrevem. Coisas bonitas, bonitas mesmo, bem escritas, vindas do coração.
Seria muito difícil gostar de alguém que escrevesse mal, de alguém que não soubesse como escrever aquilo que o coração sente.
domingo, 11 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Já com 86 anos, Jacques Delors continua a ser referência importante nos assuntos europeus e com grande lucidez avista um futuro negro para a União.
Eu sou uma defensora acérrima da integração Europeia e a cooperação económica reforçada é a única via para a Europa a 27 escapar a este abismo a que estará destinada. Cooperação económica reforçada mas com união a 27 e não união a 2. A imagem que a Europa está a dar ao mundo é a de que não há liderança política nem futuro definido. E a continuar neste rumo, a crise a sério ainda está para vir.

O blogue também decidiu ir de férias.
Sempre que venho para os lados do Alentejo, há sempre uma coisa que eu sei: quando chego ao Norte, vou mais leve, de cabeça, de alma e de ideias. Chego desprendida de tudo.
Mais do que férias, sempre foi um recanto escondido onde me consigo encontrar.
E isso pode significar uma de duas coisas: ou solidifico as minhas convicções, renascendo uma nova força em seguir o caminho escolhido ou decido mudar de trajectória.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Please, tomorrow's going to be different
Os livros para mim são como bíblias, estimo-os como um vestido.
Mas hoje a coisa não me corre bem. Desde o pequeno almoço pela manhã com uma amiga, em que quase origino um acidente na mesa, à preguiça que me assola. Vai daí que agora resolvi virar uma chávena de café em cima de um Código de Processo Civil anotado. Ficou maravilhoso, assim para o castanho. É por isso que detesto a delta.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Constatação do dia
1. Como os meus avós existem muito poucos e, por isso, só podiam mesmo ser meus.
2. Já sei os artigos do Código Civil dos contratos de empreitada e compra e venda de olhos fechados.
3. Preciso de ligar à minha costureira. Ela usa do direito de retenção ilegalmente.
4. E percebi hoje que, não, não sou a melhor amiga da Barbie, sou mesmo a Barbie.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Hoje uma amiga minha ligou-me (sempre me procuraram para ser ouvinte e dar uma opinião sobre estes assuntos, devem achar que percebo muito, mas cada vez mais me convenço que percebo muito pouco) e, durante uma hora, tive a dar-lhe conselhos sobre "como ser feliz" (conselhos amorosos, assim resumindo rapidamente).
Depois de ter desligado o telemóvel, pensei "quem precisava destes conselhos era eu".
A sério, eu acho mesmo que sou a melhor amiga da Barbie ou coisa parecida, só pode ser.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Meninos da troika, aqui vocês não metem o dedinho
Ainda não fui à Bimba & Lola. Perdi-me ontem só na Purificacion Garcia. Bimba & Lola, que tens tu para me oferecer?
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011

Às vezes sinto-me triste. Às vezes dá-me para isto. Sei lá, deve ser o stress ou coisa que o valha. Às vezes, sei que nem tudo corre de feição.
Mas nem por isso deixo de tentar sorrir. Ou pelo menos de tentar ser toda positiva e sorridente. Acho que tenho um bichinho dentro de mim que me faz cócegas e me obriga a sorrir porque não quer que fique triste. E é isso.
Porque eu sei, eu sei, tenho a certeza que um dia vou ser feliz, assim, a toda a hora.
Gostava imenso de ser a super mulher e ler os artigos das sucessões todos de uma assentada só, mas a verdade é que corro o sério risco, a esta altura, de acrescentar números aos artigos, alíneas e até palavras, portanto, arrisco-me a não respeitar o legislador, esse filho da mãe.
Sendo assim, acho por bem parar por aqui.
Estou cansadíssima. Acho que só lá em cima sabem como ando cansada.
A minha dose de optimismo constante está a terminar e o sentimento actual é de que isto vai correr muito mal, ai se vai...
segunda-feira, 11 de julho de 2011
De repente, todos se tornaram especialistas em agências de "rating". Qualquer português que se preze tem o seu "rating" a atribuir às agências de "rating" e a esmagadora maioria atribui a essas mesmas agências a classificação de "hiper-mega lixo, com efeitos radioactivos".
Estou à vontade para falar sobre agências de “rating”, “price targets” e outros nomes deste género. Há vários anos que escrevo artigos muito críticos sobre os “price targets” que as casas de investimento lançam e aos quais eu chamo de horóscopo da Bolsa: Não acredito neles, mas leio-os sempre. E as agências de “rating”, andaram sempre a reboque dos acontecimentos e agora querem mostrar que estão um passo à frente.
Não vou, por isso, defender as agências de “rating” pois seria incoerente com o que tenho escrito ao longo dos anos. Mas este histerismo em torno das agências de “rating” causa-me imensa confusão. Porque, uma vez mais, conseguimos arranjar um bode expiatório para os nossos problemas. Primeiro era a crise internacional, depois os especuladores e agora são as Moodys, S&P`s e uma série de nomes americanos que dominam os “ratings” mundiais. Nomes que se tornaram tão familiares como qualquer protagonista das telenovelas portuguesas.
O que eu acho mais curioso é a forma como todos se demarcam uns dos outros. “Portugal não é a Grécia”, dizemos nós. “Espanha não é Portugal”, diz o ministro espanhol. Recordam-se quando dizíamos isto e afirmávamos que jamais se colocava o cenário de uma intervenção do FMI em Portugal? Só não se lembra quem tem memória curta porque eram as declarações mais ouvidas em Portugal há um ano atrás. Afinal aconteceu e éramos mais parecidos com os gregos do que imaginávamos. (E benzo-me logo a seguir a ter escrito tão medonha frase)
Portugal e a Europa gritam - em uníssono - que temos que temos que limitar o poder das agências de “rating” nos países europeus. Mas não seria mais importante que alguém, além de gritar bem alto, também legislasse no sentido de limitar o poder discricionário de quem governa, para não criar dívidas tão brutais que colocaram países como Portugal, de cócoras, mesmo a jeito de levar um pontapé que nos faça voar até… ao lixo?
As agências de “rating” já deram provas da sua incompetência, centrando-se muito mais no passado do que no futuro, atribuindo “ratings” altíssimos a empresas e países que caíram no abismo. Agora tentam olhar em frente, aquilo que sempre devia ser o papel delas. E o argumento principal da Moody`s para esta decisão foi que Portugal dificilmente conseguirá escapar a um novo pedido de auxílio. Mas não é isso que eu tenho lido a maior parte dos especialistas dizer? Onde está o espanto?
E os partidos de esquerda em Portugal que vêm agora acusar a Moody´s de serem o rosto do mais verme capitalismo que quer afundar Portugal, não passaram toda a campanha eleitoral a dizer que Portugal, mesmo que cumpra as medidas da troika, não conseguirá evitar fugir a mais uma reestruturação da dívida? A coerência é, de facto, em política, uma virtude ao alcance de muito poucos.
Quem escreveu artigos a dizer cobras e lagartos das agências de rating, recebeu uma salva de palmas, ovações e só não foram atirados ao ar em êxtase porque a distância ainda dificulta certas manifestações. Preferi escolher outro caminho. Sem coroa de glória e com algumas vaias à mistura. Já lá vão uns anos que escrevi o que acho da qualidade de certas análises. Agora é tempo de perceber como podemos deixar de estar ao alcance dos tais “murros no estômago” de que falou Pedro Passos Coelho.
Estou mais preocupado connosco do que com os outros. Porque tenho a profunda convicção que, se conseguirmos cumprir as medidas planeadas, inverteremos o rumo, por mais murros no estômago que levemos. Só peço que o Estado não tenha a barriga cheia e que não percamos tanto tempo atrás dos moinhos de vento. Sancho Pança e Dom Quixote já passaram à história.
Cabe-nos a todos nós mostrar à Moody`s que está errada e que Portugal vai dar a volta. Se não conseguirmos, espero que todos que se revoltaram contra essa senhora, lhe façam uma vénia. Com lágrimas nos olhos e os bolsos mais vazios.
Mãos à obra, Portugal!
Estava eu aqui a reflectir sobre o período legal de concepção e, um dia, quando estiver grávida, se o presumível pai estiver presente no dia da criancinha sair cá para fora, vai ter de obrigatoriamente seguir o rasto da menina (sim, porque vai ser uma menina) desde que ela sair da minha beira até lhe colocarem uma pulseirinha (que a vou riscar e encher de autocolantes) para eu ter a certeza de que não me trocaram a bébé!
E depois outra história, é ir logo a correr para o Registo Civil porque aqui o nosso legislador não se lembrou que, com o seu facilitismo, qualquer uma lá pode chegar e dizer "a criança X é minha". Sr. legislador, posso acrescentar um número aqui no meu código? Assim só para eu ficar mais descansada quando chegar a minha vez e ter a certeza que a criança vai ser minha e a mãe vou ser eu. Obrigadinha.
domingo, 10 de julho de 2011
Carrycot

Bem me parecia que eu já tinha visto estas coisinhas fofas em algum lado. Pois é. No Verão passado babei por elas numa loja em Évora (o único ponto de venda no país apesar da página no facebook). Eu estacionei na montra umas 500 vezes mas depois lá me contive porque ah e tal "já tens muitas carteiras sua maluca, para quê mais uma?" (eu sei, eu sei, eu também não me convenço daquilo que digo), "além disso (continuava eu) só dá para o Verão", pois - mas e agora, está aí o Verão e cadê esta coisa fofa? Não está, pois é! Por isso é que não se deve deixar nada para depois!
Mas, mas, mas, nada está perdido! E porquê? Porque eu tenho uma tia fofíssima e já algum tempo que sei que tenho uma destas direitinha à minha espera lá para os lados do Alentejo.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Adoro quando me ligam dos Algarves e dizem "como estás? Aqui está um tempo maravilhoso". Uma pergunta estúpida e uma afirmação ainda pior.
Pergunta estúpida: estou óptima, aquilo que eu mais adoro é ter como mais recente melhor amigo o livro de Família e Sucessões. Fora isso, o tempo aqui está óptimo! Chove pouquíssimo, aliás, desconfio que até é melhor não sair de casa porque o sol faz muito mal à pele.
Raisparta pá.
quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cadê Luciana? Não sei gente!!! Será que resolveu voltar para o Brasil? Estou a ficar seriamente preocupada. E agora? Quem vai aturar as minhas taras mundano-existenciais?
Ela não estava, mas eu resolvi que podia sempre fazer caracóis. E pronto, lá foi. Eu sou sempre adepta do start now, not tomorrow, em 20 minutos tinha três meninas à minha volta, duas delas na fofoquice e na ramboiada e a outra mal segurava na escova de tanto riso.
Pronto, à parte disso, só o livro de Família contemplou os meus belos caracóis e a minha mini-saia. E depois? E então, amanhã se me apetecer pinto o cabelo de loiro e visto um vestido. Who cares?
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Hoje poderia dizer muita coisa, é verdade, mas não me apetece. Às vezes é assim, não tenho coragem para dizer mais nada.
Maria José Nogueira Pinto faleceu hoje e isso sim é digno de comentário porque como esta mulher existirão, decerto, muito poucas. Muito culta, a sua agilidade política e principalmente a forma como, sem medo, desempenhava a sua função são, para mim, a imagem que fica. Tenho muita pena, mesmo.
terça-feira, 5 de julho de 2011

Um dia, quando tiver um filho, dificilmente aceitarei que tome cortisona, seja qual for o motivo.
2 meses apenas e os efeitos estão comigo: ganhei peso e perdi cabelo.
E isto é das piores coisas que pode acontecer a uma mulher, começa logo a choradeira toda porque não se acha bonita. Eu às vezes também tenho momentos desses.
A vida muda num instante e às vezes eu prefiro não estar ciente disso.
Ultimamente têm-me dito que sou uma heroína, por me estar a aguentar tão bem, por encarar tudo tão bem. Eu sou assim, acho que o melhor ainda está para vir. Que o fundamental é não desanimar. Mas, às vezes, eu também me questiono como sou capaz de não querer desistir de nada e de não desistir de mim.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Eu andava a evitar lembrar-me do Cascais Jazz fest, a sério que sim, mas a verdade é que frequentemente me lembro deste menino, que vai cá estar outra vez - e outra vez eu vou ficar a olhar para o balão. Não é justo.
sábado, 2 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sempre que me dou ao luxo destes banhos prolongados, mal termino, cai sobre mim um sono em que juro que entre mim e um bébé a dormir, a coisa dá-se por igual.
Se calhar convém dizer que adormeci a ouvir o Sr.Ministro das Finanças a dirigir-se aos deputados. Gosto muito do senhor, devo dizer desde já. Tem as respostinhas todas ali à maneira, sim senhor, mas, a sério, precisa de um abanão, até porque assim não consegue acordar os deputados todos que estão concentradíssimos no Facebook ou a tratar de assuntos lá de casa.
Estou cansada, congratulando o Dr. Pestana por ser o responsável deste meu estado de incapacidade temporária cerebral. Acho mesmo que hoje em 3 horas pensei mais do que durante a semana toda.
Continuando a época feliz, a agenda está ali a piscar com um sinal vermelho, tal é a quantidade de coisinhas e mais coisinhas que estão à espera de um um acto performativo (estou a sair-me bem, hein?) de uma realeza tão distinta como eu, mas acho que hoje a vou deixar piscar até ficar sem bateria.
Cansada, mas com o meu coração aos pouquinhos feliz. Pronto, é isto.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Há coisas sobre as quais tenho dificuldade em falar, talvez por serem tão difíceis de perceber ou até de acreditar. E então aí, geralmente, remeto-me ao silêncio.
Mas hoje andei pensativa sobre isto. Volta e meia, lá me vinha à cabeça o acidente de que tudo fala agora. Considerações à parte, o porquê de só se falar de uma das vítimas, quando existe mais uma em estado grave, tendo outra falecido, nem isso me incomoda agora.
Não existe morte mais estúpida, mais injustificada, mais evitável do que as provocadas pelos acidentes de viação. E não existe, de facto, sentimento de impotência e revolta maior quando, de repente, percebemos que a pessoa que estava connosco há uns minutos, deixou de estar. Há pessoas que são verdadeiras assassinas com um carro nas mãos, têm uma verdadeira arma nas mãos, ali à sua disposição, com o poder unilateral de mudar a vida de uns quantos.
Além da irresponsabilidade em tudo isto - conduzir sem cinto principalmente àquela velocidade é duma irresponsabilidade inqualificável e abominável - mais do que a estupidez de tudo isto, há uma coisa que me faz pensar muito: uma coisa é quando existe uma situação de doença, quando existe um quadro clínico definido em que nos permite saber com antecedência que há uma situação de perigo, outra coisa são situações como esta, que ninguém espera, que todos pensamos que só acontecem aos outros, que a mim não até "porque eu nunca tive nenhum acidente, não é?". Quando de repente, a outra pessoa deixa de existir para podermos dizer tudo aquilo que não dissemos. Quando, de repente, a outra pessoa deixa de existir para podermos dizer que, afinal, tínhamos tanto ainda para conversar, tanto para viver e que tudo poderia ter sido diferente.
E, aposto que, neste caso, se ele pudesse efectivamente dizer alguma coisa, teria como um dos últimos pedidos que chamassem a Rita, deixaria o orgulho todo de lado e diria tudo o que, por estupidez, não quis dizer durante muito tempo.
Desconfio que
Quando tiver tempo para entregar o meu corpinho nas mãos de uma massagista ela me vai dizer isto: "Menina, nada a fazer, as suas costas estão em estado muito crítico, é melhor permanecer num spa durante 2 semanas". Oh, assim de repente, não vejo nada contra minha senhora.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Perguntinha
Enquanto lia aqui umas linhas sobre o contrato de empreitada, veio-me à cabeça (assim do nada) uma imagem de umas belas espetadas de lulas e gambas.
Isto é sinal de que estou muito doente, não é?

Há meses que não toco em café. Hoje desconfio que vou mudar a máquina do café de sítio.
Vai ficar mesmo à beirinha da pilha de livros que tenho à frente. Parece-me bem, assim escuso de me levantar tantas vezes.
Custa muito, é verdade. Mas eu continuo a achar que o esforço é sempre recompensado e encontro sempre em mim (lá bem no fundinho) uma forcinha que me dá toda a energia que preciso.
(não, não é promoção à delta, é mesmo porque cá em casa existe a Delta Q - quando eu prefiro mil vezes Nespresso e o George a perguntar-me pelo "What else").
domingo, 26 de junho de 2011
Comentáriozinho snob de última hora
Há pessoas que são tão pirosas que deviam ser proibidas de ter facebook. A sério que sim. Daquelas que gostam de exibir as fotografias todas, desde os álbuns das 1500 viagens que fizeram (ou não, mas é sempre giro dizer que sim, dá sempre ar de pessoa culta e viajada), às fotografias das comunhões todas a que já foram e o jantar de pijama super sexy com a mostra da louça gira lá de casa. Por favor, pá.

Vivam os decotes e as mini-saias, viva a pernoca à mostra, viva a pele bronzeada.
Viva os 2 litros de água que o meu corpinho agradece todos os dias.
E viva a Alessandra que é uma góstosona de primeira.
E viva para mim também que vou dar uso às sapatilhas, ao calção e ao óculo de sol para ver se eu e ela ficamos parecidas. Ahhhhhh ahhhhh, é isso , é isso (sim, sim, estou a ser modestinha que só comigo).
Eu sabia que isto não podia passar em branco

Meninas, este senhor está solteirão outra vez!! Ah pois é.
Não sei lá o que se passou, e aliás, confesso a minha solidariedade porque estas coisas nunca são fáceis.
Mas a mim parece-me que o Nespresso passou a ter piada outra vez.
É que entrar na loja ou ver o anúncio, aquela resposta mental ao "What else" tinha deixado de fazer sentido. Eu desconfio até que metade das mulheres compravam café só por causa do George e que, logo que se soube da Italiana no meio, a coisa deixou de ter piada. Porque responder ao "What else" com outra no meio, não dá para ir muito longe.
Sendo assim, corram a agarrar o homem, mas vá, não se atropelem, uma de cada vez.
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