sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Pois muito bem, termina-se por aqui mais uma sessão de estudo. Agora vou à minha vidinha, que isto de ter de pintar as unhas, exfoliar as mãos e ficar pelo menos uma meia hora na banheira a cantar, tem muito que se lhe diga, leva tempo e eu hoje quero dormir muitas horinhas.

What am I to you?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011






Ora, diz a minha mãe que eu sou parecidíssima com a Kate. Mas convicta de que temos mesmo semelhanças. Sendo assim, eu fico dividida...não sei se hei-de levar como um elogio (a rapariga até é bonitinha) ou se hei-de ficar preocupada...Estará ela à espera que me torne membro de uma realeza e me case com um princípe? Mãaae, pufff
"Para os ignorantes não há recurso nenhum. A escola é inteiramente inútil para lhes acudir, porque a escola portuguesa não ensina aos cidadãos quais os seus direitos nem quais os meios e defesa perante a violação deles (...) o Estado, que tem consultórios gratuitos para a saúde, deveria com dobrada razão ter consultórios igualmente gratuitos para a Justiça".

As Farpas

Intervalos


Enquanto isso, aproveitando os momentos zen...


BVLGARI, tudo o que a Itália tem de bom.

Momentos zen

A disciplina que menos estudei até hoje foi Direito Económico, 2 dias de estudo e roubo logo um 16.
Ora, suponho que, quanto menos estudo, melhor nota tiro.
Vai daí que vou tirar 20 a Metodologia Jurídica.

É assim, estou tão contente, funciono sempre de forma diferente face às pessoas normais.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amorcego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio,não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também".



Miguel Esteves Cardoso

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Bimba & Lola, nunca me desilude. Trazia todas, não deixava lá ficar nenhuma.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

"I still haven't found what i'm looking for"

Acho as pessoas deprimidas umas chatas, não suporto pessoas assim.
Eu tornei-me numa delas, uma florzinha que com um sopro se desfaz, chora e já não se controla.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O amor é um lugar estranho #2

Continua estranho, mas decidi fechar o livro.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O que eu hoje precisava, era de voltar a fazer isto



Sinto-me como se me tivessem atirado para um canto, estou cansadíssima e acho sempre que não me esforço o suficiente. Auto-punição, talvez. Só precisava que me dessem descanso durante uns dias, assim, só para mim e para mais ninguém.

domingo, 9 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011


Eis que chega o dia em que é preciso encarar que, afinal, o problema é grave...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Durante 15 dias a minha rotina foi: levantar, tomar banho, pequeno almoço, estudar, almoçar, estudar, jantar, estudar, dormir. Todos os minutos eram contados para ler, ler, ler, ler. Depois de quase 1500 páginas lidas, não me sentia preparada, era um facto.
Mas tentei, fui tentar o impensável. Durante 3 horas tentava pedir a Deus que me iluminasse. Não consegui, acho que estou a ficar burra, estou a perder as capacidades. É a segunda vez em 4 anos que coisa semelhante me acontece, depois de muitos 16, tive a minha estreia a Processo Civil. Terei uma repetição concerteza, resultados só daqui a umas semanas, mas voltarei a sentar-me numa cadeira para voltar a escrever a mesma coisa, para voltar a tentar dizer que, afinal, eu sei.
Mas não, hoje sinto-me como o Homer Simpson, quanto mais o tempo passa, mais burra fico, devo ter uma incapacidade progressiva, ou coisa que o valha!
E como eu detesto estar assim, fico ali atirada para um canto, sem vontade de fazer nada, frustrada por dentro, rancorosa e com vontade de mandar tudo à merdinha.

A prova de que me sinto mesmo frustrada comigo própria é que fui aos saldos e trouxe um vestidinho, para ver se animava a coisa.
Mas não, a auto-estima hoje está em números negativos.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Só sei estudar ao som da Diana Krall.
Acho que tenho de comprar todas as collectors editions.

Ontem enganei-me e comi para aí umas 15 passas, não conseguia fazer com que as 12 passas chegassem para tantos desejos. Mas ainda bem que hoje tenho direito a pedir outro.