Leitura de final de noite
"O primeiro dever do jurista preocupado com o seu labor, do jurista crítico, consciente, inquieto, não acomodado nas rotinas, nas burocracias, não subserviente aos tiranos ou às convenções, é, inegavelmente, pensar o direito. É que pensar, tout court, já significa, como dizia Alain, 'dizer não'. Contudo, não se trata de sistematicamente negar, ou de recusar, ou de desobedecer. Não advogamos esse tipo de ideologia ou de filosofia. Para o jurista trata-se de não ser 'yes man ou yes woman' "
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