terça-feira, 14 de junho de 2011


Se calhar, falo demais. E, se calhar, não significa mesmo nada.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Presseurop - Já passou um ano, sem Governo


A 13 de junho de 2010, os belgas foram às urnas e deram uma dupla maioria ao país: no Norte, aos nacionalistas flamengos; no Sul, aos socialistas. Desde então, e apesar das muitas tentativas, a Bélgica continua sem governo. E a imprensa belga celebra, sem alegria, este primeiro aniversário.


Para o editorialista do Le Soir, a Bélgica sobrevive, mas “está apenas… um pouco menos belga:

Num ano, com efeito, os francófonos acabaram por partilhar, pelo menos, uma convicção com o norte do país: somos duas populações que vivem sob o mesmo teto mas que têm muito pouco em comum. Verdadeiro, falso? É uma questão que já não se põe, pratica-se. Mesmo que isto nem sempre seja o preâmbulo de uma separação: continua a ser uma ameaça e não um desejo ou um projeto.

A Bélgica já não vive como um casal, mas sim como uma coabitação. Num ano, os francófonos acabaram por decretar aquilo que os flamengos maioritariamente lhes diziam há meses: devemos administrar as coisas de maneira diferente, porque as nossas situações, os nossos desejos, as nossas políticas são diferentes. […]

Ainda para mais, o arrastamento das negociações ancorou no nosso quotidiano a certeza de que, no fundo, podemos viver felizes, cada um no seu lado. Os governos regionais asseguram e tomam as decisões que fazem funcionar o dia a dia. E eis que, de repente, os valões sentem-se muito valões, quase capazes, tal como os flamengos, de viverem sozinhos. É ilusório, evidentemente, porque muitos problemas que são da competência do governo federal não são ou deixaram de ser tratados. […]

O mais estranho, nesta situação, é que enquanto todos estão agora convencidos da necessidade de reformas que deem a cada região mais autonomia, um acordo comunitário parece mais impossível do que nunca […]

Qual é o bloqueio? Uma negociação com um partido nacionalista cujas exigências são flutuantes e postas cada vez mais alto. E que impede os outros partidos flamengos de cederem. E sabendo-se, desde ontem, que o N-VA tem 33% de intenções de voto e que De Wever atingiu os 53% de taxa de popularidade, dir-se-á que não há razões para que a situação mude. Fatigante, preocupante e desesperante.”

Do lado flamengo, o editorialista do Morgen, Yves Desmet, explica, por seu lado, que um ano após as eleições, não só as negociações estão em ponto morto, como também as relações entre as forças políticas:

O tabuleiro continua a ser o mesmo, as duas formações políticas continuam as ser as forças dominantes: o PS e a N-VA estão até a ganhar eleitorado graças ao seu imobilismo e à sua teimosia.

Apesar deste impasse, Desmet sublinha que a confiança dos cidadãos na política do seu país se reforçou: “mesmo que não cheguem a conclusão nenhuma, achamos que estão a fazer um bom trabalho”. E vê duas razões para explicar este paradoxo:

Pela primeira vez, desde há muito tempo, a política não se faz acerca de ‘nada’ ou de mesquinharias, mas sim acerca de escolhas instrumentais e pesadas que impressionam. […] Mas, ao mesmo tempo, instala-se um sentimento de falsa segurança. Porque, mesmo ao fim de um ano sem governo, este país continua a funcionar, há retoma económica e ninguém tem a sensação, no seu meio ambiente habitual, de viver num ‘failed state’. Se tudo parece funcionar de maneira automática, porque não podemos permitir-nos continuar nesta teimosia e neste imobilismo durante mais algum tempo?

E enquanto o La Libre Belgique consagra a sua primeira página ao líder nacionalista flamengo, o De Staandard pediu a várias personalidades flamengas que enviassem uma mensagem a Bart De Wever e a Elio Di Rupo. Estas cartas, escreve o editorialista, mostram que há apenas:

incompreensão e frustração pela incapacidade dos líderes para chegarem a acordo. Há medo com o que virá a seguir e irritação com o imobilismo daqueles que são chamados a darem uma guinada na história”. De facto, nota oDe Staandard, os leitores dizem-nos que “todos teremos de pagar o alto preço de um ano de hostilidade.




http://www.presseurop.eu/pt/content/article/709651-passou-um-ano

Pronto, decididamente, as senhoras dos serviços administrativos devem querer problemas comigo. Acabaram de me roubar 4 décimas à média por alminha de quem? E eu pergunto-me: algum estudante as suborna para elas roubarem uma décima ali e outra acolá e fazerem transferência de décimas? Irra pá, trabalham tão pouco e o que fazem só sai asneirada. Vai daí que não sabem fazer contas também.

domingo, 12 de junho de 2011







Vou fingir que já estou com os meus pézinhos nesta areia. Ora então hoje deixem-me sozinha por aqui, pode? Prometo que serei muito feliz.

sábado, 11 de junho de 2011



Há alturas na vida em que só precisamos de coragem para mudar de atitude.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Inacreditável


Sócrates vai viver para Paris e estudar Filosofia

Há Novas Oportunidades em Paris?


Após um ano Paris, José Sócrates regressa a Portugal a falar francês técnico.



Já agora,


Como é que sócrates vai ganhar a vida?



in 31 da Armada


http://www.economist.com/node/18557594

Lição a retirar: convidar o juíz para um (bom) pequeno-almoço (ou oferecer-lhe umas bolachinhas a meio da manhã)

"Justice, say the cynics, is what the judge had for breakfast"



quinta-feira, 9 de junho de 2011





Existem coisas assim, perto de mim.


E, quem sabe...



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pronto, hoje tiro férias dos acórdãos, dos diários íntimos, da proibição de valoração da prova, da protecção das testemunhas e das escutas telefónicas.
O pessoal só faz asneiras e depois eu tenho de andar para aqui com calhamaços até ao tecto.
Irra, que até dói.


Estou tipo camaleão: Os meus olhos estão verdes, há dois dias que estão verdes!! Será que estão a mudar de cor?
Por favor , continuem assim meus meninos.
(também era preciso azar, mãe de olhos verdes, gata, pai de olhos azuis, avós olhos verdes e azuis, e aqui a menina ter de sair com eles a puxar para o castanho. Nããã, nada disso, acho que se está a fazer justiça, muito bem).

Apetecia-me

Ameijoas, sangria branca, um beijo, tu, eu e um final de tarde.

terça-feira, 7 de junho de 2011

E pronto, amanhã dá-se o primeiro passozinho, assim pequenino.


Fingers crossed.
Hoje vou precisar disto.
E depois? Depois não sei.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Há dias em que me apetece rasgar o vestido e atirar com os sapatos de tanto calor que tenho, de não conseguir ter produtividade nenhuma, de não sair da mesma linha, de não enviar todos os e-mails pendentes, de não chegar onde quero. Há dias em que só sai asneira e só me apetece dizer asneiras.



Partes interessantes da noite:


António José Seguro sobe no elevador como militante e desce claramente como candidato à liderança do PS, o discurso de Jerónimo de Sousa e o comentário de Miguel Sousa Tavares (não me consigo decidir qual deles o pior).

domingo, 5 de junho de 2011





(Por isso mesmo, minha menina, tens um curso para acabar este mês e tudo nas tuas mãos)


Some men see things as they are, and say 'Why?' -- I dream of things that never were, and say, 'Why not?'

Kennedy

sábado, 4 de junho de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011





Este senhor vai ajudar-me o resto da noite, quando tenho finalmente de conseguir trabalhar, quando o sono não vai vir tão cedo e quando é preciso pôr a cabecinha no sítio.

Declarações interessantes


Sócrates sublinhou que o PS é um partido “forte, generoso e mobilizado.”

Ah, meu caro, mas quanto a generosidade, todos demos conta!



E voltou a dizer que o seu partido fez uma “campanha com nobreza e elevação”, sem insultos. “Os que insultam os adversário, estão a insultar a democracia. Esses que dirigem insultos aos outros, esses não estão a contribuir para a elevação da nossa democracia.


Oi? hein? Está, afinal, a falar de quem?!



Só tenho na minha ideia a palavra vitória”, enalteceu. “Um líder que está à frente deste partido só se candidata para ganhar. O país precisa da vitória do PS”, sublinhou. Precisam de um partido que “não entre em aventuras.”


Ai, agora juro que fiquei confusa.

Tenho para mim que este senhor é doente. Chego a lamentar tamanha insanidade mental.




Falha grave. Esqueci-me da Luisinha Beirão, com o seu vestido Lanvin e a sua clutch Louis Vuitton. Fofinha que só ela.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

E o globo de ouro para melhor vestido vai para..tcharãã






Iva Lamarão e Cláudia Vieira ganharam a noite vestidinhas assim.

quarta-feira, 1 de junho de 2011






É isto. Só isto hoje.